terça-feira, 20 de agosto de 2013
segunda-feira, 24 de junho de 2013
CIENCIAMANIACOS NAS PRENDAS DA GINCANA DA UEAP :D
E não esqueçam que dia 03/07 (quarta-feira) é o Arraiá da Universidade Estado do Amapá (UEAP) VAI OU RAXA?
quarta-feira, 19 de junho de 2013
sábado, 18 de maio de 2013
Cesta de Cosméticos do Dia das Mães
Esta linda cesta de cosméticos foi sorteada como uma rifa do Dia das Mães da turma LCI 12.1 de Ciências
Naturais, da #UEAP. E o sorteado foi o José Sarges acadêmico da universidade, parabéns! A
mãe dele deve ter amado (rs). E estamos planejado e vamos fazer acontecer
diversos eventos para benefício da turma e assim poder fazer uma Mega
Festa de Formatura, obrigado a todos que contribuiram para que essa
"simples" rifa fosse realizada #Ciênciamaniacos #vamoquevamo
Sorteiado: José Sarges
Sorteiado: José Sarges
sexta-feira, 17 de maio de 2013
Seminário de Educação Especial com Habilitação em Libras (Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade – TDAH e Dislexia)
O paciente com TDAH tem muitos desafios a vencer,
pois não consegue se concentrar nos eventos, ler um livro, jogar xadrez,
assistir uma aula, sem que sua mente viaje para longe e mergulhe em um
redemoinho de preocupações, pensamentos, projetos e planos que, aliás, ele não
consegue concluir, justamente por estar sempre com a cabeça confusa e repleta
de tarefas incompletas. Tudo está constantemente por fazer, por acabar ou
organizar neste cérebro desatento e perdido.
Normalmente ele deseja fazer tudo
simultaneamente, sem que nada fique concluído. Tanto interiormente quanto à sua
volta impera a desorganização. Deve ficar claro que nem todas as pessoas
impulsivas e agitadas sofrem deste Transtorno. É preciso que as características
principais, como a carência de atenção e a hiperatividade, interfiram
expressivamente na vida do indivíduo, prejudicando suas atividades e seu
desempenho cotidiano. Ele deve apresentar estes sintomas em todos os ambientes
que freqüenta, não apenas em um destes espaços sociais, pois neste caso seu
comportamento poderia significar apenas que ele carece de alguns limites, seja
na escola ou em casa.
A impetuosidade deve ser dominante em sua forma de agir,
e seus atos compulsivos o suficiente para compeli-lo ao exagero em tudo que
faz, dedicando um tempo excessivo para comer, beber, jogar, trabalhar, etc.
Conseqüentemente, o paciente geralmente é impaciente, irritado, explosivo e
apresenta mudanças freqüentes de humor.
O médico alemão Heinrich Hoffman foi o primeiro
estudioso a chamar a atenção para este problema, em 1854. Desde este momento,
usaram-se nomes os mais diversos para designar esta síndrome, até se atingir a
atual nomenclatura. Como reconhecer em uma criança os sintomas mais comuns, que
realmente indicam a presença deste Transtorno? Elas tendem a cometer muitos
erros, por serem incapazes de manter a atenção e de se concentrar nos pequenos
detalhes, embora possam tornar-se extremamente concentradas quando a situação o
exige. Normalmente, porém, parecem estar sempre alheias, distantes, atraídas
por estímulos externos, e evitam envolver-se com tarefas que exijam um esforço
mental maior. Estão sempre esquecendo de realizar as atividades do dia-a-dia.
Hiperativas, não conseguem parar quietas, agitam as mãos, os pés, não ficam
sentadas muito tempo, estão continuamente se mexendo e falam demais. Até mesmo
nas brincadeiras as crianças com este Transtorno apresentam dificuldades, pois
elas se encontram todo o tempo ‘a mil’, o que gera uma incompatibilidade de
ritmo com os colegas.
O TDAH é uma alteração neurobiológica crônica,
geralmente de origem genética. Até os nossos dias este fenômeno não foi ainda
devidamente pesquisado, sendo de certa forma desconhecido, mesmo nos meios médicos.
Estes profissionais tratam, na maior parte dos casos, apenas de suas
conseqüências. Infelizmente, esta abordagem científica gera prejuízos na vida
escolar ou profissional do paciente, pois sem o devido tratamento outros
transtornos podem se somar ao TDAH, rebaixar sua auto-estima e levá-lo a se
sentir um ET entre as outras pessoas, conduzindo-o gradualmente ao isolamento
social. Portanto, é fundamental o diagnóstico correto, por um médico
especializado, geralmente neurologista, pediatra ou psiquiatra. Alguns testes
podem auxiliar o profissional a eliminar qualquer dúvida, principalmente no
caso de pacientes adultos.
O tratamento adequado, realizado desde o início,
evita que a criança seja rotulada como o mais bagunceiro, aquele que não faz as
lições, ou ainda o vagabundo da turma. Mas o principal fator que indica a
necessidade de um acompanhamento médico é o desenvolvimento emocional e
intelectual da criança, que sem o acolhimento indispensável seria prejudicado,
o que pesa muito em uma sociedade competitiva como a nossa. Outra razão muito
importante é de caráter preventivo, pois o indivíduo afetado tem uma tendência
a usar drogas – mais freqüente nos adolescentes e adultos -, a adquirir
problemas mais sérios de humor – especialmente a depressão – ou transtornos de
conduta.
A medicação consiste no uso de um
psico-estimulante, essencialmente direcionado para o sistema nervoso central,
na adoção de um antidepressivo ou até de outras substâncias. É essencial o
acompanhamento médico na evolução do tratamento - na observação do desempenho
dos remédios utilizados -, aliado a uma psicoterapia – a participação da
família nesse processo é fundamental. Deve haver uma orientação para os familiares
e professores, para que se estabeleçam os limites necessários para a criança
com este transtorno.
Professora: Jaqueline Silva.
Dislexia é um distúrbio, que gera a dificuldade na aprendizagem, sobretudo no que diz respeito à leitura,
soletração e escrita. A dislexia pode atrasar a alfabetização e a vida
escolar do aluno, mas é importante destacar que não se trata de um
déficit de inteligência.
A dislexia não pressupõe o insucesso como estudante ou como profissional, pois não está relacionada a um QI (Quociente de Inteligência) abaixo da média. Ao contrário, é fato que os disléxicos apresentam QI igual ou maior que a maioria das pessoas. As causas da dislexia ainda são objeto de estudo, mas já se pode
afirmar que alguns casos têm origem genética, e que as causas podem ser
neurológicas, sobretudo no que diz respeito às conexões cerebrais.
Segundo os estudiosos, o processamento de informações no cérebro do disléxico acontece em uma área diferente do de uma pessoa sem dislexia, porém, o cérebro do disléxico não difere em nada, é normal. A dislexia é a dificuldade de aprendizagem mais comum, porém não é a única, e às vezes é acompanhada por outros distúrbios, como a hiperatividade.
Curioso também o seguinte fato: em países com linguagem ideográfica (como a dos chineses e japoneses), não existem pessoas com dislexia. A explicação está no fato de, nos ideogramas as silabas (existem 71) já estarem completas. Não há a junção entre uma vogal e uma consoante como na nossa linguagem fonética, baseada nos sons. Porém, é claro que nesses países existem outros tipos de dificuldades de aprendizagem. A maior dificuldade do disléxico é, portanto, diferenciar e reconhecer as palavras com sons parecidos e diferenciar fonemas de sílabas. Um exemplo muito utilizado é o das palavras FACA e VACA. Os sons são muito semelhantes, por isso, ao mostrar a figura de uma VACA, é comum a criança disléxica dizer que é uma FACA, apesar de saber que na figura aparece uma vaca, que é o animal da onde vem o leite, que é a “mulher” do boi, e etc. Ou seja, sabe do que se trata, mas tem a dificuldade em usar o fonema correto.
Segundo os estudiosos, o processamento de informações no cérebro do disléxico acontece em uma área diferente do de uma pessoa sem dislexia, porém, o cérebro do disléxico não difere em nada, é normal. A dislexia é a dificuldade de aprendizagem mais comum, porém não é a única, e às vezes é acompanhada por outros distúrbios, como a hiperatividade.
Curioso também o seguinte fato: em países com linguagem ideográfica (como a dos chineses e japoneses), não existem pessoas com dislexia. A explicação está no fato de, nos ideogramas as silabas (existem 71) já estarem completas. Não há a junção entre uma vogal e uma consoante como na nossa linguagem fonética, baseada nos sons. Porém, é claro que nesses países existem outros tipos de dificuldades de aprendizagem. A maior dificuldade do disléxico é, portanto, diferenciar e reconhecer as palavras com sons parecidos e diferenciar fonemas de sílabas. Um exemplo muito utilizado é o das palavras FACA e VACA. Os sons são muito semelhantes, por isso, ao mostrar a figura de uma VACA, é comum a criança disléxica dizer que é uma FACA, apesar de saber que na figura aparece uma vaca, que é o animal da onde vem o leite, que é a “mulher” do boi, e etc. Ou seja, sabe do que se trata, mas tem a dificuldade em usar o fonema correto.
Outras manifestações de fácil observação são as inversões (por
exemplo, cava em vez de vaca), e as rotações (por exemplo, donita em vez
de bonita).
Existem inúmeros sintomas que ajudam no diagnóstico da dislexia, o
que não significa que alguém que apresente alguns sintomas isolados seja
necessariamente um disléxico.
Importante ressaltar que o diagnóstico deve ser feito por profissionais qualificados para a tarefa,
de preferência por uma equipe multidisciplinar, composta por um
psicólogo, um fonoaudiólogo, um psicopedagogo e um neurologista.
Em clínicas psicopedagógicas o tratamento tem o objetivo de
descobrir modos compensatórios para fazer o disléxico aprender,
normalmente fazendo uso de leituras compartilhadas,
jogos e atividades para desenvolver a escrita. O trabalho
psicopedagógico também procura desenvolver a atenção e a habilidades de
memória.
Alcirene Mendonça
Aldenize Saldanha
Aline Rurys
Arqueanise Guimarães
Azenilda Santos
Túlio Moraes
Seminário de Psicologia da Educação (Desenvolvimento Humano de Carl Rogers)
A Psicologia Humanista surgiu na década
de 50 e ganhou força nos anos 60 e 70, como uma reação às idéias de análise
apenas do comportamento, defendida pelo Behaviorismo
e do enfoque no inconsciente e seu determinismo, defendido pela Psicanálise.
A grande divergência com o Behaviorismo é que o
Humanismo não aceita a idéia do ser humano como máquina ou animal, sujeitos aos
processos de condicionamento. Já em relação à Psicanálise, a reação foi à
ênfase dada no inconsciente, nas questões biológicas e eventos passados, nas
neuroses, psicoses e na divisão do seu humano em compartimentos.
A maior contribuição dessa nova linha psicológica é
a da experiência consciente, a crença na integralidade entre a natureza
e a conduta do ser humano, no livre arbítrio, espontaneidade e poder criativo
do indivíduo.
A realidade, para a Psicologia Humanista, deve ser
exposta à temporalidade, deve ser fluída e não estática, permitindo que ao
indivíduo a perspectiva de sua totalidade, desmistificando a idéia de uma
realidade pura, confrontando-a com outras realidades. A integração entre o
indivíduo e o mundo, permite que ele sinta a realidade presente, libertando-se
das exigências do passado e do futuro.
Um dos principais teóricos da Psicologia Humanista
foi Abraham Maslow
(1908-1970), americano, considerado o pai espiritual do movimento humanista,
acreditava na tendência individual da pessoa para se tornar auto-realizadora,
sendo este o nível mais alto da existência humana. Maslow criou uma escala de
necessidades a serem satisfeitas e, a cada conquista,
nova necessidade se apresentava. Isso faria com que o indivíduo fosse buscando
sua auto-realização, pelas sucessivas necessidades satisfeitas
Outro grande teórico da Psicologia Humanista foi Carl Rogers (1902-1987), americano,
que baseou seu trabalho no indivíduo. Sua visão humanista surgiu através do
tratamento de pessoas emocionalmente perturbadas. Ele trabalhou com um conceito
semelhante ao de Maslow, a que deu o nome de tendência atualizante, que é a
tendência inata de cada pessoa atualizar suas capacidades e potenciais.
Defendeu, também, a idéia de autoconceito como um
padrão organizado e consciente das características de cada um desde a infância
que, à medida que novas experiências surgem, esses conceitos podem ser
substituídos ou reforçados. Para ele, a capacidade do indivíduo de modificar
consciente e racionalmente seus pensamentos e comportamentos, fornece a base
para a formação de sua personalidade.
Para Rogers, os indivíduos bem ajustados
psicologicamente têm autoconceitos realistas e a angústia psicológica é advinda
da desarmonia entre o autoconceito real (o que se é de fato) e o ideal para si
(o que se deseja ser). Ele acreditava que o sujeito deveria dar a direção e o
conteúdo do tratamento psicológico, por ter ele suficientes recursos de
autoentendimento para mudar seus conceitos. A terapia centrada na pessoa e não
em teorias, nasceu dessa idéia.
As críticas a essa abordagem centrada na pessoa
residem no fato de que indivíduos com distúrbios mais graves, não teriam
suporte emocional suficiente para um autoconhecimento e modificação de
conceitos. Porém, mesmo com essa deficiência, a abordagem centrada na pessoa,
possui muitos adeptos, por valorizar as pessoas, adaptando as teorias a elas e
não elas a teoria.
Deimesom Oliveira
Ádria Simões
Luani Silva
Elieldo Brasil
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